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Com investimento em prevenção e mitigação de risco, PBH apresenta plano para atuação no período chuvoso 2026/2027

✍️ Por Marcellus Madureira 📅 5 de outubro de 2026 às 18:31

Foto: Rodrigo Clemente/PBH

Para o período chuvoso 2026/2027, que vai de outubro a março, a Prefeitura de Belo Horizonte se preparou em diversas frentes, baseada em um modelo de governança integrada, zeladoria intensiva e mobilização contínua. Nesse sentido, o Grupo Gestor de Riscos, Desastres e Eventos Climáticos Extremos (GGRDECE) iniciou as atividades nesta segunda-feira (5), com a  apresentação das ações já realizadas pela PBH e fortalecendo a articulação entre os órgãos municipais envolvidos na prevenção e no enfrentamento de situações de risco.
 

O GGRDECE é responsável por acompanhar todas as ações durante o período chuvoso. Composto por técnicos e especialistas de diversas secretarias, o Grupo tem a missão de monitorar os efeitos das chuvas e definir medidas emergenciais. 

O trabalho conjunto permite ampliar a prevenção, a preparação e a resposta a ocorrências provocadas principalmente pelas chuvas intensas, como alagamentos, inundações, enxurradas, quedas de árvores e deslizamentos. A integração também busca agilizar o compartilhamento de informações e a atuação coordenada das equipes diante de eventos que possam colocar a população em risco.

O monitoramento é realizado 24 horas por dia no Centro de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), onde o Grupo debate ações e analisa os efeitos dos eventos climáticos. Nas instalações do COP-BH, representantes de 20 órgãos públicos acompanham, por meio de mais de 4,5 mil câmeras, o que acontece na cidade em tempo real, incluindo o acompanhamento do nível dos córregos, bem como a identificação de quedas de árvores, alagamentos e outras ocorrências.

O subsecretário de Proteção e Defesa Civil, Elcione Menezes Alves, afirmou que cada um, na sua pasta, faz a sua parte para tornar a cidade mais resiliente. “Daqui para frente, é plantão 24 horas por dia, todos os dias da semana. É o famoso 24/7”, assegurou o subsecretário, para quem não existe Defesa Civil sem a ação da população, da sociedade. “A sociedade tem que se envolver. Se a gente manda um alerta e não seguem as recomendações, provavelmente vai acontecer algum desastre”, destacou ele, ao comentar a importância do engajamento social nesse esforço conjunto.

BH

Redação Belo Horizonte no Ar

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